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Posso não ser exatamente uma pessoa com uma vida interessante, como Martha Medeiros define em seu livro Divã (próximo na minha lista de leitura), mas são essas as pessoas que eu quero encontrar… Os lugares? eu quero os que me façam pertencer, encontrar e sentir, não apenas estar ou passar… Quero lugares interessares, relevantes, loucos! As conversas? Eu quero as longas, sem roteiro, cheias de vida, de pensamentos, sentimentos, cheias de conteúdo! As risadas sem fim aparente, as que te trazem memórias, que tiram o ar, que mesmo que por alguns instantes, somem com as preocupações e te dão um tom de vermelho no rosto!
Oi universo, eu quero muito te conhecer!

Posso não ser exatamente uma pessoa com uma vida interessante, como Martha Medeiros define em seu livro Divã (próximo na minha lista de leitura), mas são essas as pessoas que eu quero encontrar… Os lugares? eu quero os que me façam pertencer, encontrar e sentir, não apenas estar ou passar… Quero lugares interessares, relevantes, loucos! As conversas? Eu quero as longas, sem roteiro, cheias de vida, de pensamentos, sentimentos, cheias de conteúdo! As risadas sem fim aparente, as que te trazem memórias, que tiram o ar, que mesmo que por alguns instantes, somem com as preocupações e te dão um tom de vermelho no rosto!

Oi universo, eu quero muito te conhecer!


"Pássaros não voam sem asas, leões não se alimentam sem presas, pessoas não são felizes sem amor."

-Lucas Albertini.  (via refloreceis)

(Source: insecure-boy)


5,264 notes | Reblog | 3 months ago
Eu posso descrever toda lagrima derramada, todo nervoso passado, toda infelicidade que você, isso, você!, em menos de um mês conseguiu trazer, mas infelizmente você é um apedeuta! E eu, como quem sabe se expressar por textos, não consigo mostrar pra você que o meu sentimento é quase como a forma literal de te acertar um soco no estomago! Eu sei que você pode estar fingindo essa ignorância, eu sei que você pode responder as partes em que dou brecha pra você chamar minha opinião de ridícula, mas, em nenhuma e qualquer situação que possamos recordar nesse “menos de um mês” eu tive uma atitude tão imbecil quanto a sua. Só quero lembrar que ninguém precisa criar um vinculo com ninguém pra provar que é um tremendo babaca e quero ressaltar que você é um babaca em potencial. Deu pra entender ou a dificuldade de interpretação tá mais forte hoje? 

Eu posso descrever toda lagrima derramada, todo nervoso passado, toda infelicidade que você, isso, você!, em menos de um mês conseguiu trazer, mas infelizmente você é um apedeuta! E eu, como quem sabe se expressar por textos, não consigo mostrar pra você que o meu sentimento é quase como a forma literal de te acertar um soco no estomago! Eu sei que você pode estar fingindo essa ignorância, eu sei que você pode responder as partes em que dou brecha pra você chamar minha opinião de ridícula, mas, em nenhuma e qualquer situação que possamos recordar nesse “menos de um mês” eu tive uma atitude tão imbecil quanto a sua. Só quero lembrar que ninguém precisa criar um vinculo com ninguém pra provar que é um tremendo babaca e quero ressaltar que você é um babaca em potencial. Deu pra entender ou a dificuldade de interpretação tá mais forte hoje? 


Metáforas

Não me esmague - exclamou a formiguinha.

Fiquei amedrontada que pudesse, eu, causar algum tipo de dor à aquela criatura. Logo, antes de pudesse reagir, aquela tão pequena formiga se revelou um transforme, e em questão de segundos - pois aqui o tempo corre de maneira diferente - eu tive meu corpo completamente destruído. 

A formiguinha assumiu sua forma normal e sumiu dentre as poucas folhas que cobriam aquele chão quente de verão.


1 note | Reblog | 5 months ago
Hoje terminei o ultimo capitulo de “A culpa é das estrelas” de J. Green e cara, assim como na história, Hazel, personagem principal e narradora, tem um livro preferido: UAI (Uma aflição imperial), qual conta história de uma menina com câncer e que, segundo entendo, morreu no meio de uma frase, trazendo então o final, também, do livro… Isso faz Hazel fique remoendo perguntas sobre o final das histórias que também foram apresentadas no livro. Dessa mesma forma fiquei ao terminar a pagina 283, inundada por uma chuva de perguntas, e a única coisa de pude me lembrar é da capa onde está escrito “Você vai rir, vai chorar e ainda vai querer mais!”… Tendo por base o livro UAI, que Hazel tanto gostava, onde a história era sobre a Anne, e as paralelas a ela não tinham importância, quem morreu, quem era o foco era ela e não os demais personagens… Posso entender que “A culpa é da estrelas” não é sobre o câncer, não é sobre Hanzel, sobre Gus, Van Houten, Kaitlyn, mas sim, esse livro, meus caros, era sobre o sentimento todo, a união da alma.. O amor! Tal, que o livro não me da respostas sobre Hanzel e sua morte, sobre sua familia ou qualquer outro citado até então! Eu poderia até escrever uma carta para o John em busca de uma continuação, assim como fez Hazel, mas, eu entendi que não é necessário escrever esse final, posso deixar minha mente inventar isso, o que eu tenho já é o bastante pra entender que o tempo em que Hazel Grace e Augustus Waters se amaram foram suficientes pra deixar essa obra surpreendente! E assim finalizo uma leitura mais do que agradável e que veio em tão bom momento da minha vida. Obrigada John Green, você é sensacional! :)

Hoje terminei o ultimo capitulo de “A culpa é das estrelas” de J. Green e cara, assim como na história, Hazel, personagem principal e narradora, tem um livro preferido: UAI (Uma aflição imperial), qual conta história de uma menina com câncer e que, segundo entendo, morreu no meio de uma frase, trazendo então o final, também, do livro… Isso faz Hazel fique remoendo perguntas sobre o final das histórias que também foram apresentadas no livro. Dessa mesma forma fiquei ao terminar a pagina 283, inundada por uma chuva de perguntas, e a única coisa de pude me lembrar é da capa onde está escrito “Você vai rir, vai chorar e ainda vai querer mais!”… Tendo por base o livro UAI, que Hazel tanto gostava, onde a história era sobre a Anne, e as paralelas a ela não tinham importância, quem morreu, quem era o foco era ela e não os demais personagens… Posso entender que “A culpa é da estrelas” não é sobre o câncer, não é sobre Hanzel, sobre Gus, Van Houten, Kaitlyn, mas sim, esse livro, meus caros, era sobre o sentimento todo, a união da alma.. O amor! Tal, que o livro não me da respostas sobre Hanzel e sua morte, sobre sua familia ou qualquer outro citado até então! Eu poderia até escrever uma carta para o John em busca de uma continuação, assim como fez Hazel, mas, eu entendi que não é necessário escrever esse final, posso deixar minha mente inventar isso, o que eu tenho já é o bastante pra entender que o tempo em que Hazel Grace e Augustus Waters se amaram foram suficientes pra deixar essa obra surpreendente! E assim finalizo uma leitura mais do que agradável e que veio em tão bom momento da minha vida. Obrigada John Green, você é sensacional! :)


Tá tudo bem. Os especiais, que pelo menos sempre foram considerados assim, são descobertos te enganando mas você não consegue resolver. Tá tudo bem. Sua base de amizade, isso, aquela que você tem como uma das primeiras lembranças da sua vida, entra em crise, das feias, ai você olha pras mãos e não vê nada, mesmo assim o que tenta providenciar não funciona. Tá tudo bem. Pessoas que te sufocam a cada contato, você perde o ar, o espaço a consciência… mas isso não pode ser dito. Tá tudo bem. Chega a luz, sei lá, algo como o errado que deu certo, te transborda de historias, te faz construir expectativas e depois vem pisando em tudo, sem nem se importar. TÁ TUDO BEM! Um detalhe aqui, uma coisinha lá, algo recente e 3, 2, 1 tudo desaba! Esse mecanismo de defesa patético que me engana.


Há de chegar o dia em que vou entender meus próprios sinais, há de chegar o dia em que poderei confiar em alguém tanto quanto confio em mim, sem medo, sem dúvida! O dia que poderei duplicar meus sorrisos e somar a minha existência. Há de chegar o dia que pagaremos por cada palavra ao vento! Nesse meio tempo continuarei aqui procurando respostas, vivendo a alegria de cada dia singularmente, procurando histórias até me fascinar por alguma verdadeira!


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